Muita cultura e amor envolvidos

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Entre a cuia e o habitante do Norte do Brasil existe uma relação de (muita) utilidade e, porque não, afeto. Sim, tô falando de bemquerença, apego, xodó. A cuia por aqui é companheira de todas as horas. Pra comer e beber. Cuia pro tacacá, pra tirar a água da canoa, tomar o banho de cheiro do Círio, de Iemanjá, e de outros dias santos, pra fazer bolsa, carteira e até biquini. Não é à toa que o modo de fazer essas bonitezas no Baixo Amazonas virou patrimônio cultural imaterial do país. E também não é por menos que ela virou o símbolo da revista eletrônica paraense “Na Cuia“.


Já que na cuia cabe tudo, o projeto de uma galera, estudante de Comunicação Social, se vestiu do nome com a meta de “trazer aos leitores as influências do cenário audiovisual, musical, literário, gastronômico, teatral e diversos” em Belém, como apresenta o editorial da primeira edição. Desde janeiro, foram mais sete e muita histórias contadas.

Teve carimbócarnaval de ruaDona OneteJuraci SiqueiraBatalha de Dorothy StangSolar das ArtesParÁFRICAJaloo. Lugares, pessoas e movimentos que constroem várias “caras” para a cidade, aspectos que a equipe da revista quer amplificar além das fronteiras metropolitanas. “A gente sempre quis que a revista se tornasse conhecida, mas não pela plataforma, ou seja, não queríamos exatamente que a Na Cuia ganhasse público, nós queríamos na verdade que a própria cultura do Pará tivesse mais apreciadores e mais amantes.”, diz Madylene Barata, repórter da “Na Cuia”.

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