O dia a dia da cidade

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Aprender brincando. E brincar pode ser coisa séria, sem deixar de ser diversão. Em um mundo onde o quadro negro (negro ou magnético) e a sala de aula não são mais suficientes – se é que foram algum dia -, criar uma intersecção entre conhecimento e diversão é imperativo. É preciso integrar, chamar pra roda outras linguagens em que os conhecimentos já fluem há um bom tempo. Esse é o espaço do “Matematicando”, um aplicativo que mostra que passar uma tarde jogando no computador e estudar a tabuada pode ser a mesma coisa. Ah, e desenvolvido no Pará.


Pra que rimar Matemática e dor?

Entre o medo e o desinteresse, a Matemática não está entre as favoritas da maioria dos estudantes da educação básica. O engenheiro Walter Oliveira Jr., criador do Matematicando, quer reverter esse jogo. “Os índices nacionais em Matemática e outras disciplinas da área das exatas são muito baixos. Esse conteúdo pode ser apresentado para os alunos de uma maneira mais leve e divertida”, diz o desenvolvedor.

Para isso, ele misturou a gramática dos videogames, conhecimentos da Neurolinguística e da Cromoterapia e inventou o jogo educativo disponível (baixe aqui) para dispositivos móveis, como celulares e tablets, além da versão para computadores, inclusive em modo offline.

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