“Quem quiser caldeirada ô, que procure fazer”

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Solar das Artes foi a reação ao “estado da arte” em Belém. A ocupação do Solar da Beira, que compõe o complexo do Ver-o-Peso, buscava, dentre outras coisas, pressionar o poder público municipal e estadual por políticas públicas culturais. Durante 24 dias, atividades artísticas, educativas e de comunicação ocuparam o prédio. O movimento também gerou um manifesto a favor de uma nova política cultural e, de modo mais amplo, por um novo modelo de uso da cidade. O Solar das Artes foi o tema que transbordou na “Caldeirada” da última sexta-feira (25).


“Como é que eu posso resistir a isso, como é que eu posso me opor a isso, além de dizer que eu sou contra ou além de perceber?”, questiona uma das ocupantes do Solar e representante do movimento na “Caldeirada”, Raphíssima Marques. “Uma ocupação que leva pro Solar da Beira, por exemplo, 64 horas de oficina, 30 artesãos, 16 aulas públicas com 35 horas de troca de saberes e muito mais coisas. Um espaço não só de lazer, mas um espaço em que as pessoas consigam entender o que é a cidade a partir dali e consigam descobrir aquele lugar, com certeza é uma forma de resistência”, afirma.
A experiência do Solar das Artes ecoou na cidade, nos discursos dos demais participantes do debate e sobre o público reunido no auditório do Parque Zoobotânico do Museu Goeldi.

O espírito “do it yourself”, por uma necessidade, sempre foi presente entre os fazedores de cultura em todos os cantos da cidade. “A cultura se perpetua, sem o apoio institucional, mas é preciso que a gente tome o controle desses recursos para aplicá-los onde eles devem estar”, disse o socialista Fernando Carneiro, vereador pelo PSOL. Para o músico e pesquisador Cincinato Marques, “já passou da hora da gente tomar conta disso daí e ter esse sistema de cultura formatado e implementado pra cidade de Belém”.

Fervura de ideias
Essa foi só a primeira parte da “Caldeirada – Comunicação e Cultura”, uma realização do projeto Facom 4.0 (UFPA), blog Reduto Cult e da revista eletrônica “Na Cuia”.

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